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BIM no Brasil

O desenvolvimento de tecnologias que trazem novos conceitos à indústria da construção civil como o BIM (Building Information Modeling) repercutem em mudanças de paradigmas que exigem o desenvolvimento de estratégias para sua implementação.

No Brasil algumas ações vem sendo desenvolvidas de forma conjunta ou pontual na estruturação legal e normativa, na academia, no corpo técnico, na área pública e nas empresas, de acordo com o Diálogos Setoriais para Bim - Building Information Modeling no Brasil e na União Europeia (2015):

Normas:

  • Caderno de Apresentação de Projetos em BIM de Santa Catarina – procedimentos adotados pelo Comitê de Obras e Serviços que deverão ser utilizados pelos prestadores de serviços ao Estado de SC para a apresentação de projetos em BIM;
  • Guia ASBEA de boas práticas em BIM,
  • CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção) – elaborou uma coletânea de Implementação do BIM para Construtoras e Incorporadoras;
  • ABNT por meio de uma comissão especial de estudo voltada ao BIM, já elaborou três normas referentes ao sistema de classificação

 

Academia:

Em 1996 foram defendidas as primeiras dissertações com o tema na UFF. Em 2000 iniciou-se o projeto CDCON – Classificação e Terminologia para a Construção junto à UFSC e UFRGS fortalecendo a discussão das aplicações de Tecnologia de Informação na construção. A partir desse núcleo, surgiu a articulação das universidades através da Rede BIM Brasil (www.redebimbrasil.org.br), que abrange grupos de pesquisa das universidades:

  • UFPR - Universidade Federal do Paraná;
  • USP – Universidade de São Paulo;
  • UFF – Universidade Federal Fluminense;
  • UFBA – Universidade Federal da Bahia;
  • UNICAMP – Universidade Estadual de Campinas;
  • UFV – Universidade Federal de Viçosa;
  • UFRGS – Universidade Federal do Rio Grande do Sul;
  • UPM – Universidade Presbiteriana Mackenzie;
  • UFC – Universidade Federal do Ceará;

Apesar do envolvimento com pesquisas na rede, apenas duas universidades oferecem disciplinas neste tema, e as duas em São Paulo. Já na pós-graduação, aparecem as linhas de pesquisas voltadas ao BIM.

 

Corpo Técnico:

O levantamento de artigos técnicos nas principais revistas brasileiras revelou um crescimento a partir de 2008, sendo a primeira publicação identificada em 2006.

 

Área Pública:

A difusão do BIM na área pública possui um ritmo mais lento, apesar da iniciativa da Engenharia do Exército, em 2006. Nos Estados, Santa Catarina foi o primeiro Estado a definir um programa de implantação de BIM exigindo projetos neste formato.

 

Empresas:

Para o levantamento de dados das empresas foi feito um questionário e enviado à associações e escritórios de arquitetura. Com esse resultado o panorama apresentado foi de que as ações desenvolvidas em BIM são recentes para a maioria das organizações, sendo que algumas ainda não trabalham com o tema. Apesar de considerarem a importancia do BIM, o grau de maturidade no processo ainda é baixo. 

 

 

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